Desenvolvimento Sustentável é entendido como um modelo capaz de suprir as necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das gerações futuras. Mas afinal, quais os caminhos para que possamos construir realidades alinhadas a tal conceito?
A sustentabilidade está diretamente relacionada aos hábitos de cada um de nós, envolvendo diferentes atores e interesses. Nesse cenário complexo, no qual soluções distintas são apontadas, se faz necessária a união de esforços direcionados para um mesmo objetivo: uma sociedade mais justa, que atenda de maneira equilibrada suas demandas econômicas, ambientais e sociais.
Estabelecer uma espécie de “acordo coletivo”, no qual todas as partes avaliem se suas prioridades individuais estão em harmonia com as prioridades coletivas é um grande desafio, que de alguma forma, precisa ser trabalhado.
A viabilidade de se estabelecer um “equilíbrio de interesses” passa, necessariamente, pelo âmbito da educação. Agir de forma sustentável exige, antes de mais nada, uma nova forma de observar o mundo que vai de encontro com o “pensar fragmentado”. Se não tivermos a capacidade de analisar, por exemplo, os impactos que o consumo de qualquer bem ou serviço gera no todo, dificilmente veremos sentido em deixar de consumir algo em nome da causa social e ambiental.
Para fortalecer o movimento favorável a essa mudança de paradigmas, é essencial a criação de meios e espaços que estimulem o pensamento sistêmico, facilitando o processo de percepção sobre como as ações individuais interferem no meio ambiente e sociedade.
Educação, informação e vontade. Se queremos, de fato, transformar positivamente nosso bairro,nossa cidade, nosso país e nosso mundo, precisamos antes de tudo, ampliar nossa visão. Além disso, precisamos entender qual o nosso papel dentro da lógica da sustentabilidade, assumindo assim, nossa responsabilidade em relação a essa questão.
Escrito por: Luara Candido
Fonte: www.rozs.com.br
A sustentabilidade está diretamente relacionada aos hábitos de cada um de nós, envolvendo diferentes atores e interesses. Nesse cenário complexo, no qual soluções distintas são apontadas, se faz necessária a união de esforços direcionados para um mesmo objetivo: uma sociedade mais justa, que atenda de maneira equilibrada suas demandas econômicas, ambientais e sociais.
Estabelecer uma espécie de “acordo coletivo”, no qual todas as partes avaliem se suas prioridades individuais estão em harmonia com as prioridades coletivas é um grande desafio, que de alguma forma, precisa ser trabalhado.
A viabilidade de se estabelecer um “equilíbrio de interesses” passa, necessariamente, pelo âmbito da educação. Agir de forma sustentável exige, antes de mais nada, uma nova forma de observar o mundo que vai de encontro com o “pensar fragmentado”. Se não tivermos a capacidade de analisar, por exemplo, os impactos que o consumo de qualquer bem ou serviço gera no todo, dificilmente veremos sentido em deixar de consumir algo em nome da causa social e ambiental.
Para fortalecer o movimento favorável a essa mudança de paradigmas, é essencial a criação de meios e espaços que estimulem o pensamento sistêmico, facilitando o processo de percepção sobre como as ações individuais interferem no meio ambiente e sociedade.
Educação, informação e vontade. Se queremos, de fato, transformar positivamente nosso bairro,nossa cidade, nosso país e nosso mundo, precisamos antes de tudo, ampliar nossa visão. Além disso, precisamos entender qual o nosso papel dentro da lógica da sustentabilidade, assumindo assim, nossa responsabilidade em relação a essa questão.
Escrito por: Luara Candido
Fonte: www.rozs.com.br

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