- Quando podemos conversar?
Faço essa pergunta para uma colega de trabalho, pois nela credito palavras e sentimentos onde juntos conseguimos achar certas respostas para certos assuntos, mas tudo tem resposta?
Sinceramente?
Não!
Claro que não!
Isso é fácil de responder, polivalente é a pergunta sem resposta, aquela que intriga não obstante a sua grande amplitude questionável. Minha intuição às vezes se mostra perdida em certos fatos correspondentes do que muito vejo e observo vida a fora, seja no bom sentido ou...
A sociedade/pessoas fazem parte deste trilhão de perguntas sem respostas e estamos dentro de tudo e todos, bons são aqueles que pouco se importam com a tal resposta e simplesmente apostam na sorte, mal de quem aposta e erra. Somente tentando, apostanto é que saberemos.
Conversas, conselhos, textos, ditatos aumentam ainda mais a ansiedade na ênfase da questão, duas ou uma, 8 ou 80, sim ou não, quase nunca é o meio termo, porque o meio termo multiplica a dúvida/pergunta/questão, o que não adianta de nada, a verdade é que praticamente todas as respostas está dentro de nós e quando há acionamos é ligada automaticamente a atitude, esta que lhes falta muitas e muitas vezes, na verdade a atitude em sí só se torna a verdadeira culpada, será?
Tentar achar respostas escrevendo pode dar em um livro, deve ser por isso que existe tantos de auto-ajuda e etc... Mas é assim que andamos no caminho da vida, quebrando regras nas diversas questões que vão surgindo.
Rafael Wenzel Carvalho - 02/08/2011

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